Como ser feliz e ter mais qualidade de vida

Autor: Luis Silva

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Você quer ser mais feliz? Comece cuidando melhor de si mesmo. Por mais que isso seja evidente, muitas pessoas pulam esse passo e tentam ser contentes buscando novas metas ou estabelecendo padrões de perfeição. Ser gentil com si mesmo pode lhe aproximar a objetivos mais sofisticados, segundo o Daylle Deanna Schwartz. A autora de mais de 15 livros, incluindo “The Effortless Entrepreneur” (em português, Empreendedor Sem Esforço), acredita que é se valorizando que se constrói a confiança. Para Daylle, pessoas mais alegres desviam seus caminhos para cuidarem de si mesmas e dizem não quando é necessário. “Quando você se ama, aprende que negar fazer algo é um ato importante para não acumular sentimentos negativos”, diz.

Confira as 10 dicas da escritora, listadas no site da “Inc.” para você ser mais feliz todos os dias.

  1. Faça uma coisa boa para si mesmo por dia

Mantenha consigo mesmo um acordo de se tratar com amor e carinho todos os dias. Segundo a autora, pessoas que fazem isso se sentem mais motivadas e não se deixam ser desvalorizadas por alguém.

  1. Perdoe-se

Desculpar-se ou perdoar-se nem sempre é fácil, pois há uma tendência de se culpar por tudo que não deu certo no passado. As pessoas começam a se complicar quando tentam ser perfeitas demais e se castigam por não conseguir. Daylle recomenda um exercício: olhar no espelho e dizer “eu me amo e me perdoo”.

  1. Aceite-se como você é

Daylle lista a insatisfação com o corpo e a idade como grandes obstáculos pessoais das pessoas. Para ser feliz, você precisa aprender a gostar do que tem. Além disso, essa autoaceitação engloba reconhecer a sua renda e seu sucesso. “Não ganhar o dinheiro estabelecido para uma determinada idade não é um problema grave.”

  1. Elimine pessoas nocivas

A dica é mais fácil de falar do que fazer, mas evite se relacionar com clientes, sócios, investidores ou funcionários que passam uma sensação negativa. É mais difícil ter a mesma postura perante a família, mas não há razões válidas para aturar pessoas grosseiras.

  1. Priorize a saúde

Tenha cuidado para encontrar um equilíbrio entre o que é saudável e o que é prazeroso. Não se castigue pela brecha no regime ou pela ausência pontual na academia. Seja disciplinado, mas entenda suas vontades.

  1. Pare de pular refeições

“Estar ocupado não é desculpa para não comer”, diz Daylle. Segundo a autora, ao pular uma refeição, o nível de açúcar no sangue diminui e os níveis de estresse aumentam. Se você realmente não puder sentar para comer, providencie um lanche saudável e prático.

  1. Respire!

Não se esqueça de que, quando você está estressado ou deprimido, exercícios simples de respiração podem trazer calma e alegria de volta.

  1. Tenha um espaço aconchegante

Arrumar a cama e deixar o quarto em ordem criam um ambiente receptivo para quando você chegar em casa cansado. A mesma postura deve ser mantida no escritório. Jogue fora a papelada desnecessária e organize seus pertences, mas não se limite a isso. Decore seu espaço e torne-o agradável para você.

  1. Tome um pouco de Sol

Trabalhar o dia inteiro em um ambiente escuro e fechado não é saudável. Se este é o seu caso, saia para tomar um ar de tempos em tempos. Além disso, invista em lâmpadas claras para iluminar o ambiente.

  1. Presenteie-se com produtos de qualidade

Você é o tipo de pessoa que dá um presente sofisticado para o colega, mas tudo que compra para si mesmo é a versão mais barata disponível? Se o produto em questão é indiferente para você, tudo bem. Mas, se for algo de seu interesse, compre algo mais caro de vez em quando. Sempre que usá-lo, você vai reforçar a ideia de que merece coisas boas.
Fonte: Revista Pegn

 Papa pede que jovens não ‘ignorem o mundo’ passando os dias no celular
O papa Francisco pediu neste sábado (2) que os jovens não passem o dia todo no celular, ignorando o mundo. Ele fez o discurso durante um encontro com estudantes na Universidade de Notre Dame, em Daca, evento com o qual encerra sua viagem a Bangladesh.

“Não passem o dia todo com o telefone na mão, ignorando o mundo que nos rodeia”, aconselhou.

Diante de cerca de 7 mil estudantes, Francisco afirmou que se sente “rejuvenescido” cada vez que encontra com os jovens, sempre “cheios de entusiasmo”.

“Os jovens estão sempre prontos para ir em frente, fazer com que tudo seja realizado e arriscar. Que continuem com esse entusiasmo nas circunstâncias boas e más, e, sobretudo, quando, olhando ao redor, parecer que Deus não está no horizonte”, disse.

‘Software’ de Deus

Francisco aconselhou que os estudantes “viagem na vida”, mas que não “vaguem sem rumo”. Por isso, pediu que eles se deixem guiar por meio da fé de Deus. “É como se Deus tivesse colocado dentro de nós um software, que nos ajuda a discernir com seu programa divino e a responder com liberdade”, explicou o pontífice.

“Mas, como todo software, ele precisa também ser atualizado constantemente. Mantenham atualizado o programa de vocês, ouvindo o senhor e aceitando o desafio de fazer sua vontade”, completou.

Francisco reiterou, como em muitos de seus discursos, a necessidade de os jovens ouvirem e respeitarem os mais velhos para, entre outras coisas, evitarem repetir os erros do passado.

Após o ato, o papa foi diretamente para o Aeroporto Internacional de Daca, de onde partiu para Roma às 17h05 locais (9h05 em Brasília).
Fonte: G1

Lei Rouanet com novas normas , veja:
O Ministério da Cultura (MinC) anunciou na última quinta-feira (30) mudanças na aplicação da Lei Rouanet. Segundo o ministro Sérgio Sá Leitão, o objetivo é diminuir a burocracia e a concentração de fatores como autores dos projetos, região e beneficiários.

Para isso, o novo conjunto de normas para análise e procedimentos da lei tem 63 artigos a menos que a versão anterior, de 2013. A nova instrução normativa foi puplicada na quinta no Diário Oficial da União.

O MinC também quer finalizar, até 2018, um projeto com sugestões de alterações no texto da Rouanet, que não podem ser feitas por meio de instrução normativa. A proposta precisará ser aprovada pelo Congresso.

Leia abaixo algumas das principais perguntas e respostas em relação à lei:

Quando foi criada?

A Lei 8.313, também conhecida como Lei Federal de Incentivo à Cultura ou Lei Rouanet, foi criada em 1991. Ela tinha como objetivo, entre outras coisas, “promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira”.

Como funciona?

A Lei Rouanet é o principal mecanismo de fomento à cultura no Brasil. Os autores (que podem ser pessoas físicas ou empresas) submetem seus projetos ao MinC e passam por avaliação do Ministério.

Desde que siga os requisitos da lei, o projeto é aprovado. Com isso, o autor tem a permissão de procurar empresas ou pessoas interessadas em apoiar financeiramente o projeto. Os incentivadores podem deduzir de seu Imposto de Renda (IR) uma parte ou 100% do valor investido.

O valor pode ser repassado através de doação ou patrocínio. No segundo caso, o incentivador pode aparecer em publicidade do projeto, e até receber parte dos produtos para distribuição gratuita.

Quais projetos podem ser contemplados?

As propostas podem envolver segmentos diversos da cultura, como espetáculos ou produtos de música, de teatro, de dança, de literatura, de artes plásticas e gráficas, patrimônio cultural (como museus) e de audiovisual (programas de rádio e de TV).

Quais as diferenças com a Lei do Audiovisual?

As leis funcionam de forma parecida, mas a Lei do Audiovisual contempla apenas projetos cinematográficos ou de TV. A Rouanet não pode contemplar longas-metragens, mas engloba diversas outras áreas culturais.

É a única forma de fomento?

Não. Além de outras formas de fomento indireto à produção nacional, como a Lei do Audiovisual, há também as diretas, através de editais públicos.

O que muda com a nova instrução normativa?

O conjunto de normas ficou bem mais enxuto, com 63 artigos a menos que o anterior, de 2013. Além de regras para aumentar a transparência da prestação de contas, os autores de projetos poderão, depois das mudanças, captar 10% do valor proposto já na fase de admissibilidade. Isso ajuda o MinC a economizar na emissão de projetos inviáveis.

Além disso, antes da mudança não havia limite de captação por projeto, apenas por autor.

Agora, o teto é de R$ 10 milhões por projeto das regiões Sul, Sudeste ou Centro-Oeste, mas os autores ainda devem atender a algumas exigências. Microempresários, por exemplo, podem ter até quatro projetos contemplados, mas podem captar no máximo R$ 700 mil para todos. Uma empresa ou uma sociedade limitada pode ter até dez projetos, mas todos somados só podem captar R$ 40 milhões no total. Já as regiões Norte ou Nordeste têm um teto de R$ 15 milhões por projeto, e têm algumas outras regras um pouco mais flexíveis.

Quanto já foi captado desde sua criação?

Entre 1992 e 2017 já foram captados quase R$ 16 bilhões. 80% desse valor foi destinado à região Sudeste. Já o Norte recebeu apenas 0,8%. Em 1993, foram captados R$ 21 mil. Desde 2010, o valor anual ultrapassa o R$ 1 bilhão.

Qual o setor que mais captou?

As artes cênicas foram as que mais captaram, com R$ 3,9 bilhões. A maior parte dos apoiadores são estatais, e bancos públicos ou privados. O maior deles é a Petrobrás, que investiu R$ 1,6 bilhão.

O que o MinC quer fazer agora?

Depois dessa mudança na instrução normativa, o MinC quer fazer um novo texto com sugestões para atualizar a lei. A ideia é finalizar o projeto até 2018. Ele precisará ser aprovado pelo Congresso.

Fonte: G1





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