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Postado em: 13/01/2016

Secretário de Comunicação é agredido com soco durante posse de novos conselheiros

Apolo Araújo

Durante a posse dos novos conselheiros tutelares de Cabeceiras, tudo transcorria dentro do programado pelo cerimonial da Comissão Eleitoral do CMDCA, quando alguns membros da oposição começaram a tumultuar a solenidade de posse e diplomação dos novos conselheiros com questionamentos sem fundamentos sobre a cerimônia.

Para finalizar a solenidade de posse os organizadores passaram a produzir a Ata de Posse dos Novos Conselheiros quando a gritos e ponta pés na porta da sala onde se encontravam a Presidente do CMDCA, Sra Lays, a vice-presidente Tetinha, a  professora Sra Benedita  e o Secretário Municipal de Comunicação Social, Sr. Apolo Araújo, quando a Sra Susana Lages, a chutes e ponta pés na porta adentrou ao recinto proferindo palavras de baixo calão e pornofonias, bem como tentativas de agressões físicas contra o Secretário Apolo Araújo que o tempo todo só tentou se defender com o braço. “Fui atingido de repente e covardemente, com um soco no rosto na altura do queixo pelo filho de Suzana, Davi”. “Foi uma verdadeira cena de terror e ódio, fui agredido moralmente e fisicamente, Suzana me chamou de “viado sem vergonha, blogueiro vagabundo e pedófilo safado”, temi pela minha vida”, desabafou Apolo.

A violência dos ponta pés na porta foi tanta que com força bruta atingiu a Vice- Presidente do CMDCA, D. Conceição Macedo Ferreira no braço que precisou enfaixá-lo no Hospital de Cabeceiras. O Secretário, a Vice-Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e sua vice prestaram queixas na Delegacia de Barras e fizeram exames de corpo de delito conforme fotos abaixo.

Apolo Araújo
Apolo Araújo

Cabeceiras 3Histórica e socialmente vimos o fim do coronelismo no nordeste brasileiro, mas a intolerância parece que se refaz a todo dia em todo o mundo, coletiva e individualmente nos atos de pessoas que, nascidas neste ambiente de mandonismo e abuso, tentam com seus modus operandi reacender comportamentos que estão na contramão das transformações sociais e são repudiados até nas novas leis aprovadas pelos legisladores de todo o mundo que tentam barrar e coibir as práticas discriminatórias e homofóbicas.

A oposição de Cabeceiras tem que rever, reciclar e redirecionar suas ações e estratégias, adequando-as à nova ordem social mundial, sob pena de cair, definitivamente, no ostracismo político e deboche público.

 

Chega de intolerância, chega de homofobia. Absolutamente nada justifica estes atos de violência e terrorismo por parte dos membros da oposição de Cabeceiras. Lamentável mesmo.

 

 

Cabeceiras 2

Edição: Luís Silva 

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